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quarta-feira, 20 de novembro de 2019

O Arquivo do Dia #333 — Ford Edsel: "O Carro Errado na Hora Errada"



Em Novembro de mil novecentos e cinquenta e nove, a Ford Motor Company descontinua o fabrico do modelo Edsel, apenas dois anos depois da sua introdução comercial, numa decisão motivada pelo fraco desempenho de vendas e popularidade do veículo. Considerado como um dos principais fracassos do mercado automobilístico norte-americano, o Ford Edsel converteu-se num acérrimo case study junto dos historiadores: desde o seu design pouco atractivo à pobre execução de acabamentos, culminando na noção de ser exemplo pragmático de incapacidade corporativa em entender o consumidor, certo é que o seu falhanço converteu-o, igualmente e hoje em dia, num produto muito cobiçado por coleccionadores, havendo mesmo quem já tenha desembolsado duzentos mil dólares por uma unidade do carro mais impopular do Século XX.

O insucesso do modelo Edsel torna-se mais flagrante — e para o Arquivo do Dia, muito mais fascinante — se atentarmos ao investimento em publicidade que a Ford empreendeu aquando do seu lançamento no mercado. A quatro de Setembro de mil novecentos e cinquenta e sete (ou o "E Day"), a CBS transmitiu THE EDSEL SHOW, um programa de uma hora que reuniu Bing Crosby, Frank Sinatra, Rosemary Clooney, Louis Armstrong ou Bob Hope para promover o Ford Edsel junto do público norte-americano. Em paralelo, este especial de variedades constituiu-se como uma das primeiras experiências televisivas de gravação em fita magnética (videotape), uma tecnologia pela qual Bing Crosby demonstrou particular interesse. Curiosamente, esse foi, também, o único suporte que preservou THE EDSEL SHOW até aos nossos dias... e ao destaque do Arquivo de hoje.



[Fontes: Gonzaga University Productions / CBS / AdirondackMountainFilms].
[Imagem: Life Magazine, Novembro de 1957].

domingo, 17 de novembro de 2019

O Arquivo do Dia #331 — 'Reality TV' nos Anos 50



Poucas coisas entusiasmam tanto o Arquivo como a "idade da inocência" que a televisão de entretenimento norte-americana patenteava durante a década de cinquenta. O mais recente exemplo com que nos deparamos dá pelo título de YOU ASKED FOR IT. Emitido inicialmente pela DuMont Network, tendo mais tarde constado da grelha da ABC, e apresentado pelo actor Art Baker, YOU ASKED FOR IT convidava os telespectadores a enviarem sugestões, por carta postal, daquilo que — tal como o seu título indicava — queriam ver exibido no programa.

No episódio que hoje destacamos, transmitido em Abril de mil novecentos e cinquenta e um, não só encontramos a natureza do entretenimento televisivo daquela época em todo o seu "vigor", mas também, e sobretudo, um reflexo das próprias sensibilidades do seu público. Desde um chimpanzé com talento para luta livre (um momento que arrepiaria as organizações contemporâneas de defesa dos animais) à recriação em estúdio da lenda da maçã de Guilherme Tell, e culminando numa interpretação musical de Harry Jolson (o irmão mais velho de Al) com direito a blackface, YOU ASKED FOR IT é, evidentemente, um produto acabado do seu tempo — e tudo com o "alto patrocínio" da Skippy Peanut Butter.



[Fontes: DuMont Network / JeiceTheWarrior].
[Imagem: DuMont Network / Michael J. Hayde's BETTER LIVING THROUGH TELEVISION].

quinta-feira, 12 de setembro de 2019

O Arquivo do Dia #308 — BONANZA



A doze de Setembro de mil novecentos e cinquenta e nove, a NBC transmite o primeiro episódio da série BONANZA, naquele que se tornou o momento seminal de um western televisivo cuja popularidade perdurou até aos nossos dias. Filmado a cores desde o seu início, e ao longo de catorze temporadas exibidas até meados da década de setenta, BONANZA acompanhava as aventuras da família Cartwright, dirigida pelo "patriarca" Ben (Lorne Greene) com os seus três filhos (interpretados por Pernell Roberts, Dan Blocker e Michael Landon), ao mesmo tempo que, com sensibilidade e um humanismo muito inusitados para a sua época, abordava temas como o racismo, o anti-semitismo ou preconceitos de ordem social.

No primeiro episódio de BONANZA, intitulado 'A Rose for Lotta', visitamos pela primeira vez o Racho Ponderosa (local que serviria de inspiração para um parque temático, aberto ao público até dois mil e quatro) e, acima de tudo, o famoso tema do genérico da série composto por Jay Livingston e Ray Evans. Por entre um dinâmico argumento que versa sobre o rapto do irmão mais novo dos Cartwright, permanece a curiosidade de observamos, no elenco, as participações especiais de Yvonne De Carlo, eleita "Rainha do Technicolor" nos anos cinquenta, e George Macready, celebrizado pelo seu papel do general francês Paul Mireau em PATHS OF GLORY, de Stanley Kubrick.



[Fontes: National Broadcasting Company (NBC) / Rosi Medi].
[Imagem: National Broadcasting Company (NBC) / Logopedia].

domingo, 1 de setembro de 2019

O Arquivo do Dia #301 — No Aniversário de Lily Tomlin



Actriz, humorista e cantora norte-americana, o percurso de Lily Tomlin, no grande ecrã, é indissociável dos trabalhos de Robert Altman (NASHVILLE, pelo qual foi nomeada ao Oscar de Actriz Secundária, e SHORT CUTS), Robert Benton (THE LATE SHOW), Carl Reiner (ALL OF ME) e, mais recentemente, David O. Russell (FLIRTING WITH DISASTER).

Paralelamente a esta filmografia, foi na televisão que Lily Tomlin se revelou junto do público norte-americano. Graças à sua "veia" humorística e a uma particular capacidade de transformação, a actriz desempenhou diversas personagens, durante os anos sessenta e setenta, em séries como ROWAN & MARTIN'S LAUGH-IN, THE CAROL BURNETT SHOW ou SATURDAY NIGHT LIVE. Assim, no dia do seu aniversário, recordamos um exemplo do humor explanado por Lily Tomlin em ROWAN & MARTIN'S LAUGH-IN; em concreto, na pele de Ernestine, uma peculiar telefonista sem qualquer pejo em partilhar com a CIA uma ou duas recomendações de segurança nacional.



[Fontes: George Schlatter-Ed Friendly Productions / Romart Inc. / NBC / Rowan & Martin's Laugh-In].
[Imagem: Matt Sayles / Invision / Associated Press / BuzzFeed].

terça-feira, 30 de julho de 2019

O Arquivo do Dia #299 — "A Rua d'Iliza"



Produzido em mil novecentos e sessenta e oito para a Rádio e Televisão de Portugal (RTP), importa salientar como, cinquenta anos depois, A RUA D’ILIZA mantém o seu estatuto de experiência televisiva inventiva e pioneira no nosso país. Descrito como "uma opereta africana", e adaptando um tema tradicional de marrabenta moçambicana, A RUA D’ILIZA teve origem na criatividade e direcção artísticas de Milo MacMahon e Raúl Indipwo (então conhecidos na cena musical como Duo Ouro Negro) que, em retrospectiva, demonstra a capacidade técnica, simultaneamente modesta e em expansão, da televisão nacional nos finais dos anos sessenta.

Filmado em apenas um fim-de-semana nos estúdios da Tobis Portuguesa, pela considerável quantia de oito mil escudos, e com a colaboração de artistas como os Sheiks, Lilly Tchiumba ou Dany Boavida, A RUA D’ILIZA conheceu particular sucesso junto do público português e da imprensa de variedades; Mário Castrim, na página "Canal da Crítica" do semanário Tal & Qual, apelidou a produção de "Uma lufada de ar fresco no Lumiar". Não obstante o êxito registado, a RTP estaria vários anos sem investir novamente num formato televisivo-musical deste género. Mais tarde, o próprio Raúl Indipwo confessaria a sua desilusão pessoal: "Infelizmente a RTP não deu grande importância à Rua d'Iliza".



[Fontes: Arquivos RTP / http://duoouronegro.blogspot.com / cortexoccipital].
[Imagem: RTP / cortexoccipital].

sexta-feira, 12 de julho de 2019

O Arquivo do Dia #285 — Os Cinquenta Anos de 'Space Oddity'



Livremente inspirado nos universos — de evidente cariz "espacial" — criativos de H.G. Wells, 2001: A SPACE ODYSSEY e na suite The Planets, de Gustav Holst, Space Oddity foi não só o single de apresentação do segundo álbum de originais de David Bowie, como se tornaria numa peça fundamental para a compreensão do Rock moderno. Editado comercialmente pela Philips Records poucos dias antes de Neil Armstrong e Buzz Aldrin aterrarem na Lua (a BBC utilizou Space Oddity como "banda sonora" durante a sua cobertura da missão da Apollo 11), a história do Major Tom, um astronauta fictício que cai em depressão no espaço sideral, transformou-se num dos temas mais célebres de David Bowie.

A primeira interpretação televisiva de Space Oddity foi, em Outubro de mil novecentos e sessenta e nove, no popular Top of the Pops; contudo, devido à política de reutilização de fita magnética então em vigor na BBC, essa gravação está actualmente considerada como perdida. O mesmo não se pode dizer das imagens registadas, na mesma altura, pelo canal alemão ZDF, que preservou David Bowie e o seu Space Oddity, no programa musical 4321 Musik Für junge Leute.



[Fontes: Zweites Deutsches Fernsehen (ZDF) / Thin White Duke / HDelviejoandres].
[Imagem: Philips Records].

segunda-feira, 15 de outubro de 2018

O Arquivo do Dia #133 — "Separadores" de Cinema



Durante décadas, os denominados separadores televisivos, que anunciavam o início da exibição de Sétima Arte num dos canais generalistas portugueses, tornaram-se elementos de particular nostalgia para muitos cinéfilos de determinada faixa etária.

Virtualmente desaparecidos do panorama televisivo nacional — com uma ou outra esporádica excepção de "Domingo à tarde", dominada por grafismos minimalistas —, o observador contemporâneo tem a oportunidade de (re)ver aqueles sucintos e apelativos separadores graças ao trabalho de arquivo e divulgação de perfis on-line como o LUSITANIATV, Enciclopédia de Cromos ou vhs tuga, a quem O Arquivo do Dia presta hoje o seu reconhecimento.

Noite de Cinema (1983)


Cinema Português em Retrospectiva (1986)


Cinema da Meia-Noite (1990)


Pela Noite Dentro (1991)


Cinema ao Fim da Tarde (1996)


Outro Cinema (1996)


Lotação Esgotada (1997)


Dias do Cinema (1999)


5 Noites 5 Filmes (2003)


Última Sessão (2004-2011)


[Fontes: Arquivos RTP / Arquivos SIC / Arquivos TVI / LUSITANIATV / Enciclopédia de Cromos / vhs tuga / Niko / DNArchitect].
[Imagem: Niko].

quarta-feira, 12 de setembro de 2018

O Arquivo do Dia #105 — TAXI



A 12 de Setembro de 1978, a ABC transmite o primeiro episódio da série TAXI. Concebida por James L. Brooks e Stan Daniels, o programa acompanhava o quotidiano dos funcionários da fictícia Sunshine Cab Company, em Manhattan, e revelar-se-ia fundamental para a celebrização de nomes como Judd Hirsch, Danny DeVito, Tony Danza, Andy Kaufman ou Christopher Lloyd.

Intitulado Like Father, Like Daughter, este primeiro episódio, que hoje recordamos, foi o início de uma série que, apesar do seu humor e até à sua conclusão em 1983, nunca hesitou em abordar dramas como racismo, toxicodependência, bissexualidade, a guerra nuclear, abuso sexual ou a perda de um ente querido.



[Fontes: American Broadcasting Company / Pedsta83].
[Imagem: American Broadcasting Company].

quinta-feira, 24 de maio de 2018

O Arquivo do Dia #11 — Festival Eurovisão da Canção 1956



A 24 de Maio de 1956, é organizada a primeira edição do Festival Eurovisão da Canção em Lugano, na Suíça. Com sete países em concurso, a votação do júri elegeu como vencedora a helvética Lys Assia, com o tema "Refrain".

A interpretação dessa canção, que hoje partilhamos, constitui-se como o único material fílmico do Festival de 1956 que sobreviveu até aos nossos dias. Embora existam registos de que o evento foi filmado, pela SRG SSR (rádio e televisão suíça), para posterior retransmissão em alguns países europeus, não é possível localizar o paradeiro dessa gravação. Juntamente com a edição de 1964 (cujas fitas foram destruídas num incêndio, nos anos 70, nos estúdios da Danmarks Radio), o registo visual do primeiro Festival da Eurovisão queda-se pelas imagens em movimento da triunfante Lys Assia.



[Fontes: SRG SSR / Internet Archive].
[Imagem: Jacques Munch/AFP/Getty Images.

terça-feira, 24 de abril de 2018

Adam West Redescoberto



"I'm taking a holiday from crime fighting in Gotham City. No rest from danger though because, all around us, is that deadly, daily danger: traffic!"

Não foi há muito tempo que se abordou, neste espaço, o legado das imagens em movimento para Televisão consideradas perdidas e os esforços em torno da sua recuperação.

Nem de propósito, foi reportada recentemente a auspiciosa notícia de que a Kaleidoscope, empresa especializada na pesquisa e localização de imagens produzidas para Televisão, redescobriu este filme publicitário britânico de prevenção rodoviária, datado de 1967 e protagonizado pelo actor Adam West na pele de Batman, a personagem que mais o popularizou:



A redescoberta deste spot televisivo, disponível para visualização após cinquenta anos de paradeiro incerto, serviu de mote para a divulgação da lista UK’s Top 100 Missing TV Shows, numa iniciativa da Kaleidoscope com convite a participação pública.

[Fontes: BBC e Birmingham City University.]









sábado, 2 de dezembro de 2017

Lost TV



Ao longo de mais de meio século, o jornalismo e o pensamento crítico têm debatido os méritos da difusão televisiva, nas suas vertentes generalistas, de ficção, documental ou de "variedades", e com particular enfoque no conceito, maioritariamente anglo-saxónico, da Golden Age of Television1. Todavia, aparenta ser evidente a ausência de um estudo aprofundado, com os respectivos e necessários alertas, sobre as especificidades de conservação e acessibilidade de conteúdos produzidos para Televisão.

Ao contrário do Cinema, no qual a película de nitrato e, posteriormente, de celulóide foram os métodos reinantes para produção e preservação, a Televisão, praticamente desde a sua invenção, sempre se debateu com dilemas inerentes a uma diversidade de formatos de emissão, registo e arquivo. Talvez por esse motivo, e aliado a uma ausência de apreensão em torno dessas actividades pelos responsáveis de networks de todo o mundo, o estado de conservação de muita da difusão televisiva do Século XX encontra-se em risco ou, simplesmente, desaparecida.

Tendo em conta que, até 1939, as emissões não eram gravadas pela inexistência dessa prática nas estações televisivas, não existe qualquer registo de todas as transmissões até àquela data. Para além disto, e quando os conteúdos do pequeno ecrã já eram alvo de gravação em formatos como película, o Cinescópio ou fita magnética, é sabido que casas tão conceituadas como a BBC e a NBC levaram a cabo aquilo que ficou designado como wiping (o apagamento, reutilização ou destruição de telegravações), o qual era motivado pela falta de espaço de armazenamento, escassez de materiais de gravação ou ausência de direitos de retransmissão de programas.



Da junção destes factores, e sem ser necessário empreender uma pesquisa exaustiva, rapidamente se encontram exemplos notórios de produção televisiva considerada como perdida. Senão, vejamos:

  • no Japão, não é conhecido o paradeiro de 31 episódios da série original de 1973 do popular personagem DORAEMON. De acordo com algumas fontes, acredita-se que esse material ter-se-á perdido após a falência da sua produtora, a Nippon TeleMovie Productions;
  • no Reino Unido, 97 episódios das primeiras duas temporadas da série DOCTOR WHO estão considerados como perdidos. A BBC já anunciou que não consegue localizar esses programas nos seus arquivos. Existem, contudo, registos áudio efectuados pelos fãs da série;
  • só é conhecido o paradeiro de um episódio da série de ficção-científica A FOR ANDROMEDA;
  • devido ao wiping que se praticava na BBC, grande parte das emissões do popular programa de divulgação musical TOP OF THE POPS não chegou aos nossos dias. Entre as transmissões apagadas ou destruídas, contam-se a última aparição televisiva ao vivo dos Beatles, assim como as estreias de David Bowie ou dos Pink Floyd2;
  • nos Estados Unidos, não é possível localizar episódios de programas célebres como THE DICK CAVETT SHOW, THE ED SULLIVAN SHOW, JEOPARDY! ou SESAME STREET. Neste território, o caso mais relevante é o de THE VAMPIRA SHOW: apresentado pela icónica Vampira, não se conhece o paradeiro de qualquer episódio gravado da primeira série de terror exibida nos EUA3;
  • a transmissão original da missão espacial Apollo 11, onde Neil Armstrong se tornou no primeiro homem a pisar a Lua, registada em slow-scan television (com melhor resolução de imagem) está considerada como perdida;
  • em Espanha, as gravações de centenas de episódios do popular concurso UN, DOS, TRES... RESPONDA OTRA VEZ foram destruídas ou estão perdidas.

Desta análise histórica, e encarando também o presente e futuro de diversas implicações tecnológicas, depreende-se que os desafios da preservação televisiva são mais melindrosos que os do Cinema. E para a eficaz concretização dessa tarefa, revela-se premente balizar e compreender três eixos essenciais: a gravação (recording), conservação e acesso futuro de dezenas de horas diárias de emissão.



Nesse particular, e (agora) à semelhança do que acontece com a Sétima Arte, a produção televisiva do Século XXI, maioritariamente em formatos digitais, acarreta novas problemáticas que não aparentam ter resolução a médio prazo. Programas de inegável valor artístico, como HOUSE OF CARDS ou STRANGER THINGS, são disponibilizadas ao grande público através de plataformas assentes em streaming e/ou cloud-based e, numa fase posterior, em edições home cinema. Contudo, mesmo que o risco contemporâneo de perda de conteúdos seja menor, a conservação dos masters originais dessas séries está longe de ser realisticamente assegurada.

Apesar dos riscos identificados, o panorama actual da preservação televisiva ainda permite (faça-se justiça!) encontrar a adopção de boas práticas. O caso da insígnia Netflix, e de como, em 2014, decidiu submeter a série ORANGE IS THE NEW BLACK em VHS para conservação pela Biblioteca do Congresso, revela que os "velhinhos" métodos de arquivo de materiais audiovisuais não estão assim tão obsoletos.

Notas:
1 Expressão cunhada por Anthony Slide, na obra The Television Industry: A Historical Dictionary (1991).
2 Uma das principais forma de redescoberta de programas televisivos é através de gravações feitas por particulares que só mais tarde conhecem a luz do dia. É exemplo disso a recuperação de uma interpretação de Jean Genie, por David Bowie em 1973, e que esteve perdida durante décadas.
3 O único material conhecido desta série é um excerto da abertura, disponível para visualização no YouTube.

Imagens:
1 Arquivos de Televisão.
2 THE VAMPIRA SHOW, AFS ViewFinders.
3 Cópia em VHS da série ORANGE IS THE NEW BLACK, The Verge.