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quinta-feira, 26 de outubro de 2017

Dia Internacional do Património Audiovisual 2017



"Through images and sound, audiovisual heritage provides unique insight to the past as the basis for looking to the future. This heritage carries memories and testimonies, knowledge and ideas, in ways that are vivid and moving and that lay the foundations for better understanding and dialogue between and within generations, as well as between and within societies. Linking the past to the present, this heritage is part of our common history, and must be safeguarded and shared as a wellspring of identity and belonging, innovation and creativity". Irina Bokova, Directora Geral da UNESCO.

Por cá, a Cinemateca Portuguesa comemora o Dia Internacional do Património Audiovisual com a exibição de THE FAMILY JEWELS, homenageando também Jerry Lewis com um dos seus filmes menos conhecido.



sábado, 13 de outubro de 2012

To Save and Project

Celebração de obras primas preservadas e redescobertas do cinema mundial, o To Save and Project — Festival Internacional de Preservação Cinematográfica (uma iniciativa do Museum of Modern Art) assinala, de 11 de Outubro a 12 de Novembro, o seu décimo aniversário com uma selecção densa e variada de filmes mas onde predomina o sentido de salvaguardar e exibir cinema da forma mais clássica possível.


imagem de CALL HER SAVAGE (1932), de John Francis Dillon

O programa abrange desde uma curta colorida manualmente datada de 1907 (EN AVANT LA MUSIQUE) até UPRISING, uma compilação de imagens recolhidas durante alguns dos momentos mais marcantes da Primavera Árabe supervisionada pelo programa Herança Audiovisual da Unesco.

Pelo meio, destacam-se versões restauradas de CALL HER SAVAGE (1932, John Francis Dillon, com Clara Bow), WILD GIRL (1932, Raoul Walsh), IL GENERAL DELLA ROVERE (1959, Roberto Rossellini) e LOLA (1961, Jacques Demy).


Anouk Aimée em LOLA (1961), de Jacques Demy

E depois há o "pormenor de classe": toda a programação, com poucas excepções, será projectada em película. Ou, nas palavras de Joshua Siegel, director do festival, «Ainda não estou inteiramente convencido de que a tecnologia digital tenha alcançado um ponto de sofisticação para a comparar, sequer, com a qualidade do celulóide projectado no grande ecrã».

Um evento obrigatório para quem "padece" do Síndroma do Vinagre...

[Fonte: The New York Times.]